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Vida de Albert Einstein
Físico, matemático e filósofo, nasceu às 11:30 hs de uma sexta-feira na cidade alemã de Ulm ( hoje, Württemberg - sul da Alemanha ) no dia 14 de março de 1879 registrado no cartório da cidade sob o nº 224. Filho de Hermann Einstein, um pequeno industrial judeu e de Pauline Koch que se casaram no dia 08 de agosto de 1876 na sinagoga de Connstatt e foram residir em Münsterplatz e, em 1878, em Bahnhofstrasse, estabelecendo-se posteriormente em Ulm. Naquela época, ele era sócio de uma fábrica de colchões e o negócio não ia muito bem e, em conseqüência, decidiram transferir-se em 21 de junho de 1880 para Munique ( em alemão München, cidade da Alemanha e capital da Bavária(em alemão Bayern) ou Baviera às margens do rio Isar ) e, juntamente, com o seu irmão Jakob montar uma empresa de instalações de água e gás, pois Jakob era engenheiro e com um bom grau de qualificação nessa área. A empresa foi inaugurada em 11 de outubro do mesmo ano onde Hermann era o responsável pela parte comercial e financeira, pois, investira pesado juntamente com sua esposa em decorrência do projeto ser viável e promissor, tanto que Jakob um pouco mais ambicioso e com uma melhor visão nesse ramo, propôs, alguns anos mais tarde, a construção de uma fábrica com o intuito de fabricar equipamentos elétricos de medição, lâmpadas, dínamos, etc. A idéia foi concretizada e em 06 de março de 1885 a fábrica foi instalada em Munique tendo sido registrada com a denominação " Elektrotechnische Fabrik J. Einstein und Co. ". Durante esse período, mais precisamente, no dia 18 de novembro de 1881 nasce Maja sua primeira e única irmã. Eles trabalharam no fornecimento de estações de elétrica de Munique - Schwabing, como também, nas cidades de Varèse e Susa, na Itália.
Escrito por Escrito por Dudu balão às 19h38
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Pensamentos do Albert Einstein
"Ainda acredito na possibilidade de construirmos um modelo da realidade." Albert Einstein
"Jamais considere seus estudos como uma obrigação, mas como uma oportunidade invejável para aprender a conhecer a influência libertadora da beleza do reino do espírito, para seu próprio prazer pessoal e para proveito da comunidade à qual seu futuro trabalho pertencer." Albert Einstein
"A imaginação é mais importante do que o conhecimento." Albert Einstein
Escrito por Escrito por Dudu balão às 19h35
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Há 50 anos morria Albert Einstein. Este judeu alemão nascido numa família pouco religiosa não acreditava em um Deus personalizado, mas valorizava o pressentimento de algo além da apreensão humana e associava ética científica a religião.
Em fevereiro de 1923, o físico Albert Einstein, já mundialmente famoso, fez uma visita a Jerusalém. E registrou sua observação das pessoas rezando no Muro das Lamentações: "Desci até o muro do templo, onde os obtusos patrícios ficam rezando alto, com o rosto voltado para o muro, balançando o corpo para frente e para trás. Imagem miserável de uma gente com passado e sem presente".
Esta breve anotação de viagem é característica da relação de Einstein com a religião. Por um lado, ele reclama da obtusidade dos crentes; por outro, considera-os "patrícios". O cientista nascido em Ulm, no extremo sul da Alemanha, em 1879, era judeu e, mais ou menos desde 1918, sionista.
Com 17 anos, no entanto, ele já tinha se excluído da comunidade religiosa judaica e jamais voltaria a seguir qualquer confissão. Não visitava serviços religiosos e não rezava. Mesmo assim, Einstein tinha fé. Em agosto de 1932, escreveu um breve texto intitulado "Minha Profissão de Fé" e logo em seguida gravou-o em disco para a Liga Alemã dos Direitos Humanos.
A linguagem de Deus é a matemática
"Fazer parte das pessoas que podem dedicar sua valiosa força de observação e investigação a coisas objetivas e desvinculadas do tempo é uma graça especial. Como sou feliz e grato por usufruir desta graça que nos torna independentes do destino pessoal e do comportamento dos demais! Mas esta independência não deve nos cegar, no entanto, a ponto de ignorarmos os deveres que continuam nos vinculando à humanidade de antes, de agora e de depois", observa Einstein.
E prossegue: "Nossa situação no mundo parece estranha. Cada um de nós aparece para uma breve visita, involuntariamente e sem ser convidado, sem saber por quê e para quê. Na vida diária, só sentimos que o ser humano existe por causa dos outros, daqueles que amamos e de inúmeros outros companheiros de destino".
A origem da religião para Einstein é o medo. Medo de fome, doença e morte. É preciso apaziguar o Deus ou os deuses, a fim de escapar da desgraça. Em um nível mais elevado, a fé surge de sentimentos sociais. Neste caso, religião é como uma superestrutura moral que regula a vida da comunidade. Para Einstein, a religião moral é a religião dos povos com tradição cultural. Mas ele ainda distingue uma terceira forma de vivência religiosa: a religiosidade cósmica.
A religiosidade cósmica seria apenas para "indivíduos especialmente ricos e comunidades especialmente nobres". O conceito cósmico de Deus não se prende mais a imagens pessoais, de modo que não requer nem Igreja, nem dogmas, nem orações. Neste caso, Deus é um princípio. Sua linguagem é a matemática. Venerá-lo significa fazer ciência. | |
Escrito por Escrito por Dudu balão às 19h32
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Obras Literarias
Este período da vida de Einstein mereceria um estudo orientado pela sua repercussão psicológica. Como é que um sujeito desenvolve as idéias que ele desenvolveu, tendo como únicos interlocutores um engenheiro, um matemático e um filósofo, sendo que todos faziam parte daquela espécie que o mundo acadêmico classifica como outsider. Portanto, absolutamente isolado do meio acadêmico e vivendo à beira da miséria, na companhia de outros boêmios igualmente marginais, Einstein publicou, durante a curta vida da Academia Olímpia (junho de 1902 – julho de 1903) três trabalhos sobre termodinâmica e teoria cinética na revista alemã Annalen der Physik. Além disso, discutiu com seus colegas “acadêmicos” os alicerces teóricos que redundaram nos extraordinários trabalhos de 1905, pelos quais ganhou o Prêmio Nobel de 1921. Nesses trabalhos de 1905 Einstein obteve sucesso na explicação do efeito fotoelétrico, do movimento Browniano, na formulação de teoria da relatividade restrita e na formulação da eqüivalência massa-energia, a famosa equação E=mc2.
Escrito por Escrito por Dudu balão às 19h28
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